Um garoto cruzou a cidade de ônibus, um tipo de música rápida e agressiva entra por seus ouvidos, fazendo que acompanhe as batidas rápidas e simples com tatear de dedos sobre a perna. Usava camiseta de uma banda americana, tênis e boné de uma marca de skate. A cidade cinzenta é impiedosa e o transporte inveriavelmente ruim. Os amigos do garoto o esperavam na porta de uma estação do metrô, mas o mesmo não chegava de onde ele vinha. Horas rodando, subindo e descendo para chegar ao centro. Chegando próximo da estação sentiu-se maravilhado com as pesadas e largas estruturas de concreto que erguiam como braços firmes, os trilhos do trem metropolitano ao alto. Até esse dia, ele não tinha entrado em um destes. Os jovens se cumprimentam, com seus toques de mão adolescentes, o garoto do ônibus segue seus amigos. Param diante de um bar, os colegas cumprimentam outros que se espalham pela calçada, é apresentado como um deles, e bem recebido pelo grupo que fica cada vez maior. Uma garrafa de vinho...
textos, contos, rabiscos, percepções.