Vez ou outra, saio da Universidade para almoçar e vou a um shopping center próximo. É a melhor opção de comida, sem ter que escaldar no sol. Na verdade não é a melhor comida da região. Tudo é igual e industrialmente processado. Só é próximo. E como a primavera aqui é digna de um verão africano, melhor andar menos. Sobrevivendo de ar condicionado e plásticos, tristemente. Com uma pequena serra relativamente próxima, com montes a vista no horizonte, deveria existir mais circulação de ar, penso eu. Vez por outra do dia os morros e montes, se enchem de uma bruma branca, fenômeno que nunca tem hora para acontecer. Descendo ou subindo, o alívio deveria vir. Por fim, aceito que a brisa refrescante esquece de vir, para que um sol todo poderoso e ardente chegue ao meio dia no topo de sua glória. Ainda que eu não aprove a vida compartimentada, melhor enfrentar o menor dos males. Andar em estabelecimentos assim, tem algo de aeroporto. Um lugar dentro de outro lugar, ...
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