Enfio-me no quarto com um caderno em mãos. É estranho, vez por outra digito o que penso, o que sinto, e parece que a ultima vez á compor um texto escrito com as próprias mãos foi no século passado. O computador na sala esta ocupado. Sheldon e namorada rodam a internet. Na área de serviço Stuart e sua jovem companheira, riem um do outro brincando, enquanto a máquina de lavar trabalha. Hoje meu quarto tem uma cama. Céus, fazem anos que não tinha uma cama que pudesse dizer “minha”. Tolo isso não? Sim, considerando que os últimos anos tudo era dividido. Dá comida aos lençóis. Eu nunca me apeguei ao material á ponto de arrastar coisas em minhas separações, me bastam as lembranças, não preciso de lembretes. Alem de tudo sou o ótimo construtor que deixa para trás o que ergue...Agora sou um, e até quando não sei. Com uma incrível felicidade nisso, isso dá uma imprevisibilidade, que gera o mais intenso dos intensos para se deslocar entre os dias. Fico aqui deitado, e Theo o gato amarelo me observa friamente, com cara de “que porra é essa que você tanto escreve?”, vou divagando...Cedendo espaço em minha mente calejada para minhas auto-análises. Sobe, desce, sinapse torta de cá, de lá e por lá se vai. A caneta bic, sem tampa e toda mordida, falha na tinta, isso não me incomoda. Tudo aqui será re-arranjado para entrar no computador depois. Ouço as risadas alegres de meus companheiros de casa e suas namoradas e desponta um sorriso em mim. É bom vê-los bem, ver suas garotas com olhos brilhando, mesmo que o formato que traga isso tudo talvez não me contemple hoje, ou que no meu momento imediato ele não caiba.
Eu penso nas mulheres. Nas que cruzam meu caminho todos os dias. Altas, magras, gordas, baixas, discretas, safadas, vadias, trabalhadoras...Tantas combinações e adjetivos que me atraem soberbamente. Tive uma parceira um tempo que acreditava na regência feminina em nosso mundo. Que se a mulher for autoconfiante o suficiente, mesmo com poucos atributos ela laça e conquista o que quer. Quando me falou isso eu ri por dentro de um pensamento tão ingênuo. O jogo é troca, e o que vai volta. Não há Casanovas. Assim como não há suas equivalências femininas. Ninguém é irresistível. Ninguém é laçado se não se pré-disponha.Enquanto tiver uma vagina livre, existirá um pênis á procura e vice-versa (e não subestimo as possibilidades homossexuais), ambos se ligam pela conveniência da satisfação, necessidade de companhia, etc., pois os motivos são infinitos. Meu momento é de entregas, múltiplas, como tem sido á uns 4 anos, para bem ou para mau, arcando com a responsabilidade de todos os meus atos, com a diferença de que o coração não é mais reservado á ninguém.Eu ainda acredito no amor múltiplo e liberto de correntes. Em algo que fuja do convencional e seja sincero sem possessões.Amanhã posso mudar, por hora não. Também já errei, e já quis aprisionar, mesmo almejando um espírito livre hipocritamente. Eu visto preto no dia a dia. Longe de ser o “Solitary Man” da canção.Ciente que preto apenas realça o castanho de meus olhos e só... Voltando as mulheres, eu as vejo no trabalho, no ônibus, na faculdade. Com seus sorrisos tristes, olhares alegres, pensamentos distantes. Pouco importa em formato. Às vezes existe apenas o charme, o perfume, o movimento.O que me atiça a curiosidade de seu privado. De seus mundos onde não tenho acesso. Uma aliança denuncia um compromisso. Um livro me diz o gosto, ou a religião, ou o curso que faz. O tipo de bolsa um possível padrão para roupas. Se gemem quando amam, se choram com um filme ou se irritam com atrasos...Tudo isso me vem à cabeça.
Romantismo...Complicado... O andar dos tempos muda as configurações sociais, prova real agora neste instante, quando se ouve as batidas secas dos Racionais MC´s, vindo da sala aqui de casa.Dois casais ouvindo música passional, que não fala de amor. A infinidade de possibilidades que uma relação á 2 pode ter é oceânica, em formato, em acordos.Tudo se constrói dia a dia. Tijolinho a tijolinho. O que se cede e o que se toma. Vejo em meus amigos erros e muitos acertos que cometi. Não estou abraçando uma conversinha fiada do tipo “toda relação é igual , o ser humano tem uma essência única, blá, blá, blá,...”. Vê-los felizes me basta.Talvez um dia eu tenha um modelo assim de novo. Quem sabe?
Faz um ano que estou neste ritmo. Sentindo o peito como um quarto vazio. Um quarto grande onde sempre á mais espaço a ser preenchido. Rindo como um garoto de coisas bobas, e do embate do conhecer quem é novo em meu mundo. Sentindo a diversão do invadir a vida alheia, esperando reações previsíveis ou chocando-se com o imprevisível. Para alguns fui chutado. Para outros chutei. Pouco importa. Eu prefiro dizer que sai da divisão de uma vida. Para mais do que nunca ter uma própria. Não sendo esta minha primeira, muito menos a ultima. Sem drama, lamúria, ok? Até dói, como um resfriado, uma gripe que vai e vem, sem importância. Não há mais o que alimentar nas conversas do alheio, ou de “amigos” e terceiros. Elas nunca nos dizem não é? Outros ouvidos são mais confiáveis...Quando se acaba deve-se eliminar o pacote todo, principalmente quem te vê como acessório do parceiro. O momento passou, mais rápido do que eu podia imaginar. Essa é uma das propriedades da maturidade. E por mais que Miller tenha razão, e me ensine várias coisas, não tenho vocação para vítima, muito menos ficar amargando por anos á fio. Eu sou paixão todos os dias. O que digo, faço, vivo, escrevo vem da minha “humilde” experiência, como de tantos outros insetos sobre a superfície da vida mundana. Na sou anjo nem demônio. Sou arrogante, ególatra (não fosse não estaria aqui escrevendo), auto-indulgente. O mundo gira no entorno de meu umbigo, eu penso tudo á partir do meu olhar. Por que seria diferente? Enfim, é tudo uma questão de recorte. Ironias das ironias encontrei outro dia, dois blogs neste server onde me hospedo. Duas ex-namoradas. Tudo ao alcance de dois clics de mouse. Sou curioso também, li o que me pareceu interessante. De rabiscador virtual aqui nesta página, sou personagem em outra. Reconheço-me, como que visitando paragens de uma terra natal, dessas que nunca se esquece. Corro entre paisagens que vivi. Me orgulho da felicidade que trouxe. Lamento as tristezas que provoquei.Aprendo e relembro que a física já ensinava “toda ação, tem uma reação”. Deparo me com um muro no fim da estrada. O mundo novo de cada uma delas. Que não conhecia e invado, pulando por cima do muro. Leio suas dores, decepções e alegrias. Suas novas vidas e fico feliz de ter ajudado, mesmo em suas dores pela busca de algo melhor. Pois há o ajuste, e há a completude. Se não está comigo é por que não me cabia. Num destes blogs fui banido. Ostracismo e limbo em dias deletados. “Se não há como resolver, simplesmente apague fofa”. Fico feliz por ambas. Rio de reconhecer a repetição de momentos onde fui personagem e sentir um tanto de previsibilidade, um caminho que vai do começo ao fim, e volta, de novo, e de novo, como um cão correndo atrás do próprio rabo. Só não desejo os mesmos finais. A vida é efêmera sei, nada é igual nunca. Se há alegria, é o que vale. Meus votos aqui deste lado do monitor são sinceros, mesmo nenhuma delas imaginando sequer minha opinião.Mesmo nenhuma das duas ouvindo isso de meus lábios.
Mais do que nunca sou o título no alto desta página. Amando-me. Amigos psicólogos me perdoem, isso não é o exercício de autodefesa é a constatação de que a vida esta ativa e pulsando furiosamente aqui. Seja em meu peito, seja entre minhas pernas. Seja superficial ou profundo. Eu penso em Tristão e Isolda, Romeu e Julieta, Fausto e Gretchen, Sid e Nancy, Sartre e Simone, cada um á seu modo, cada um em seu lugar e tempo. Inspirações e modelos errados. Me chame romântico, passional, libertino, louco se lhe couber melhor.Mas eu tenho incertezas também. Fico ansioso com o futuro próximo. Tenho o gosto de mil corpos, de muitas línguas na boca, o toque de muitos pares de mão sobre o corpo e hoje não quero abrir mão disto. O coração do guerreiro anda menos duro. Apaixona-se, sem se entregar. Estranho, pois não saberia te dizer o por que. Sou ciente, quem muito quer, nada tem, por mais cristão que o ditado seja, ele cabe muito em minha vida. Não quero perder os calores. Mas queria sentir a falta. De uns selvagens olhos verdes, de uma sonora gargalhada mulata, de uma certa professorinha de francês, de uma recepcionista de drive-in recém separada que me quis como pai postiço, da mestranda em administração que me tornou homem de novo e me devolveu o sonho, do sorriso oriental que vi crescer em minhas mãos e virar mulher. O coração do “nego-drama” nem é tão mais rancoroso (cortesia de muitas delas que me mostraram o quanto eu morria dia a dia), mas ele não sente mais esta falta cantada aos quatro ventos pelos românticos. Além delas muitas outras dividiram cada uma á seu tempo, lençóis ou momentos, seguindo o rumo de suas vidas comigo sendo seu amigo ou não.Tenho também uma nova agenda de telefones. Ainda resisto ao celular, pois ele é mais uma ferramenta de controle, como vivo frisando sou insubmisso. A resolução de quedas de humor está ao toque de 8 dígitos. Feliz, de cabeça erguida eu tenho caminhado em minhas estações de “solteirice”, não sou mais um garoto definitivamente. E tenho um delicioso dilema a se desdobrar no futuro.
As luzes da sala estão sendo apagadas. A música no aparelho de som parou á alguns minutos. O windows dá seu sinal sonoro de despedida e fechamento de sistema. As portas dos quartos vizinhos ao meu batem. Theo pula da minha cama e me indica “Abra a porta”, ele corre ao pote de ração, a última da noite provavelmente. O caderno vai ao chão, 3 páginas rabiscadas, não perdi o jeito...Fechar a porta, apagar a luz. Boa noite.
Eu penso nas mulheres. Nas que cruzam meu caminho todos os dias. Altas, magras, gordas, baixas, discretas, safadas, vadias, trabalhadoras...Tantas combinações e adjetivos que me atraem soberbamente. Tive uma parceira um tempo que acreditava na regência feminina em nosso mundo. Que se a mulher for autoconfiante o suficiente, mesmo com poucos atributos ela laça e conquista o que quer. Quando me falou isso eu ri por dentro de um pensamento tão ingênuo. O jogo é troca, e o que vai volta. Não há Casanovas. Assim como não há suas equivalências femininas. Ninguém é irresistível. Ninguém é laçado se não se pré-disponha.Enquanto tiver uma vagina livre, existirá um pênis á procura e vice-versa (e não subestimo as possibilidades homossexuais), ambos se ligam pela conveniência da satisfação, necessidade de companhia, etc., pois os motivos são infinitos. Meu momento é de entregas, múltiplas, como tem sido á uns 4 anos, para bem ou para mau, arcando com a responsabilidade de todos os meus atos, com a diferença de que o coração não é mais reservado á ninguém.Eu ainda acredito no amor múltiplo e liberto de correntes. Em algo que fuja do convencional e seja sincero sem possessões.Amanhã posso mudar, por hora não. Também já errei, e já quis aprisionar, mesmo almejando um espírito livre hipocritamente. Eu visto preto no dia a dia. Longe de ser o “Solitary Man” da canção.Ciente que preto apenas realça o castanho de meus olhos e só... Voltando as mulheres, eu as vejo no trabalho, no ônibus, na faculdade. Com seus sorrisos tristes, olhares alegres, pensamentos distantes. Pouco importa em formato. Às vezes existe apenas o charme, o perfume, o movimento.O que me atiça a curiosidade de seu privado. De seus mundos onde não tenho acesso. Uma aliança denuncia um compromisso. Um livro me diz o gosto, ou a religião, ou o curso que faz. O tipo de bolsa um possível padrão para roupas. Se gemem quando amam, se choram com um filme ou se irritam com atrasos...Tudo isso me vem à cabeça.
Romantismo...Complicado... O andar dos tempos muda as configurações sociais, prova real agora neste instante, quando se ouve as batidas secas dos Racionais MC´s, vindo da sala aqui de casa.Dois casais ouvindo música passional, que não fala de amor. A infinidade de possibilidades que uma relação á 2 pode ter é oceânica, em formato, em acordos.Tudo se constrói dia a dia. Tijolinho a tijolinho. O que se cede e o que se toma. Vejo em meus amigos erros e muitos acertos que cometi. Não estou abraçando uma conversinha fiada do tipo “toda relação é igual , o ser humano tem uma essência única, blá, blá, blá,...”. Vê-los felizes me basta.Talvez um dia eu tenha um modelo assim de novo. Quem sabe?
Faz um ano que estou neste ritmo. Sentindo o peito como um quarto vazio. Um quarto grande onde sempre á mais espaço a ser preenchido. Rindo como um garoto de coisas bobas, e do embate do conhecer quem é novo em meu mundo. Sentindo a diversão do invadir a vida alheia, esperando reações previsíveis ou chocando-se com o imprevisível. Para alguns fui chutado. Para outros chutei. Pouco importa. Eu prefiro dizer que sai da divisão de uma vida. Para mais do que nunca ter uma própria. Não sendo esta minha primeira, muito menos a ultima. Sem drama, lamúria, ok? Até dói, como um resfriado, uma gripe que vai e vem, sem importância. Não há mais o que alimentar nas conversas do alheio, ou de “amigos” e terceiros. Elas nunca nos dizem não é? Outros ouvidos são mais confiáveis...Quando se acaba deve-se eliminar o pacote todo, principalmente quem te vê como acessório do parceiro. O momento passou, mais rápido do que eu podia imaginar. Essa é uma das propriedades da maturidade. E por mais que Miller tenha razão, e me ensine várias coisas, não tenho vocação para vítima, muito menos ficar amargando por anos á fio. Eu sou paixão todos os dias. O que digo, faço, vivo, escrevo vem da minha “humilde” experiência, como de tantos outros insetos sobre a superfície da vida mundana. Na sou anjo nem demônio. Sou arrogante, ególatra (não fosse não estaria aqui escrevendo), auto-indulgente. O mundo gira no entorno de meu umbigo, eu penso tudo á partir do meu olhar. Por que seria diferente? Enfim, é tudo uma questão de recorte. Ironias das ironias encontrei outro dia, dois blogs neste server onde me hospedo. Duas ex-namoradas. Tudo ao alcance de dois clics de mouse. Sou curioso também, li o que me pareceu interessante. De rabiscador virtual aqui nesta página, sou personagem em outra. Reconheço-me, como que visitando paragens de uma terra natal, dessas que nunca se esquece. Corro entre paisagens que vivi. Me orgulho da felicidade que trouxe. Lamento as tristezas que provoquei.Aprendo e relembro que a física já ensinava “toda ação, tem uma reação”. Deparo me com um muro no fim da estrada. O mundo novo de cada uma delas. Que não conhecia e invado, pulando por cima do muro. Leio suas dores, decepções e alegrias. Suas novas vidas e fico feliz de ter ajudado, mesmo em suas dores pela busca de algo melhor. Pois há o ajuste, e há a completude. Se não está comigo é por que não me cabia. Num destes blogs fui banido. Ostracismo e limbo em dias deletados. “Se não há como resolver, simplesmente apague fofa”. Fico feliz por ambas. Rio de reconhecer a repetição de momentos onde fui personagem e sentir um tanto de previsibilidade, um caminho que vai do começo ao fim, e volta, de novo, e de novo, como um cão correndo atrás do próprio rabo. Só não desejo os mesmos finais. A vida é efêmera sei, nada é igual nunca. Se há alegria, é o que vale. Meus votos aqui deste lado do monitor são sinceros, mesmo nenhuma delas imaginando sequer minha opinião.Mesmo nenhuma das duas ouvindo isso de meus lábios.
Mais do que nunca sou o título no alto desta página. Amando-me. Amigos psicólogos me perdoem, isso não é o exercício de autodefesa é a constatação de que a vida esta ativa e pulsando furiosamente aqui. Seja em meu peito, seja entre minhas pernas. Seja superficial ou profundo. Eu penso em Tristão e Isolda, Romeu e Julieta, Fausto e Gretchen, Sid e Nancy, Sartre e Simone, cada um á seu modo, cada um em seu lugar e tempo. Inspirações e modelos errados. Me chame romântico, passional, libertino, louco se lhe couber melhor.Mas eu tenho incertezas também. Fico ansioso com o futuro próximo. Tenho o gosto de mil corpos, de muitas línguas na boca, o toque de muitos pares de mão sobre o corpo e hoje não quero abrir mão disto. O coração do guerreiro anda menos duro. Apaixona-se, sem se entregar. Estranho, pois não saberia te dizer o por que. Sou ciente, quem muito quer, nada tem, por mais cristão que o ditado seja, ele cabe muito em minha vida. Não quero perder os calores. Mas queria sentir a falta. De uns selvagens olhos verdes, de uma sonora gargalhada mulata, de uma certa professorinha de francês, de uma recepcionista de drive-in recém separada que me quis como pai postiço, da mestranda em administração que me tornou homem de novo e me devolveu o sonho, do sorriso oriental que vi crescer em minhas mãos e virar mulher. O coração do “nego-drama” nem é tão mais rancoroso (cortesia de muitas delas que me mostraram o quanto eu morria dia a dia), mas ele não sente mais esta falta cantada aos quatro ventos pelos românticos. Além delas muitas outras dividiram cada uma á seu tempo, lençóis ou momentos, seguindo o rumo de suas vidas comigo sendo seu amigo ou não.Tenho também uma nova agenda de telefones. Ainda resisto ao celular, pois ele é mais uma ferramenta de controle, como vivo frisando sou insubmisso. A resolução de quedas de humor está ao toque de 8 dígitos. Feliz, de cabeça erguida eu tenho caminhado em minhas estações de “solteirice”, não sou mais um garoto definitivamente. E tenho um delicioso dilema a se desdobrar no futuro.
As luzes da sala estão sendo apagadas. A música no aparelho de som parou á alguns minutos. O windows dá seu sinal sonoro de despedida e fechamento de sistema. As portas dos quartos vizinhos ao meu batem. Theo pula da minha cama e me indica “Abra a porta”, ele corre ao pote de ração, a última da noite provavelmente. O caderno vai ao chão, 3 páginas rabiscadas, não perdi o jeito...Fechar a porta, apagar a luz. Boa noite.
Comments
Você não se deixa prender pelo que passou e muito te invejo nisso!
já está no favoritos!
cuide-se
(cAio)
Viver como se quer ou como a vida se apresenta neste momento, é para poucos. Eu mesmo penso todos os dias, tento, projeto...mas não interiorizo.
Mas a cada dia que passa, percebo o quão penoso é fazer escolhas, o quão penoso é abrir mão de uma coisa para se ter outra.
Talvez o não escolher, seja a chave da nossa felicidade!
Abraços!